Plágio???
Uma pesquisa publicada na revista inglesa Ancestors (especializada em árvores genealógicas), revelou um registro, de 1379, de uma garota nascida em Yorkshire com um nome estranhamente familiar: Diot Coke!!
Provavelmente o primeiro nome foi uma derivação de Dionísia, (nome bem popular na época), e o sobrenome uma variação de Cook.
Fonte: Revista aventuras na História Ed. 11 Jul/ 2004 / Internet
Gastronomia e História sempre andaram lado a lado, desta forma, impulsionada por duas das minhas maiores paixôes, criei esse blog, para tornar nossas receitas mais interessantes e nossa história mais saborosa...
COMPROMISSO
Fico muito triste ao ver a falta de comprometimento de muitas pessoas que simplesmente "copiam", fatos e história de outros sites/blogs, sem nenhuma responsabilidade.
Não sou historiadora, sou uma "curiosa", mas isso não me impede de consultar, pesquisar e averiguar da melhor forma possível os dados que posto neste blog.
Tento ser o mais fiel possível á verdade e tudo que foi postado, independente de ser originário de uma revista, internet ou livro, foi pesquisado... Inclusive por isso há uma demora de novas postagens...
Não tenho interesse de colocar qualquer coisa para fazer volume... tenho um compromisso com o meu conhecimento, e mais do que um simples blog que une gastronomia e história, faço deste um depósito de conhecimento.
Deixem opiniões, críticas, sugestões e conhecimento...
Obrigada
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
"ENCHER LINGUIÇA"
Quando falamos ou escrevemos coisas sem importância, apenas para ocupar mais tempo ou espaço, dizemos que estamos "enchendo linguiça". De acordo com o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, essa expressão derivou de um sentido figurado.
Sua origem está no processo de fabricação de linguiças, que são feitas com diferentes tipos de carnes. Esse material é processado, unido a temperos, condimentos e gordura e depois misturado até formar uma massa uniforme. Terminado esse processo, é hora de encher linguiça, ou seja, de colocar esse material dentro das tripas até que elas fiquem com o aspecto do alimento. Hoje em dia, o controle é mais rigoroso, mas houve um tempo em que qualquer resto de carne e gordura servia. Daí a origem da expressão
- Texto extraído da revista "Aventuras na História" ed. 63 Out/08
Sua origem está no processo de fabricação de linguiças, que são feitas com diferentes tipos de carnes. Esse material é processado, unido a temperos, condimentos e gordura e depois misturado até formar uma massa uniforme. Terminado esse processo, é hora de encher linguiça, ou seja, de colocar esse material dentro das tripas até que elas fiquem com o aspecto do alimento. Hoje em dia, o controle é mais rigoroso, mas houve um tempo em que qualquer resto de carne e gordura servia. Daí a origem da expressão
- Texto extraído da revista "Aventuras na História" ed. 63 Out/08
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
"PAU DE VIRAR TRIPA"
Usada para descrever pessoas altas e magras, a frase surgiu de uma associação desse tipo físico com o utensílio usado para virar a tripa ao contrário, com o objetivo de fazer sua limpeza. Quando esse processo acaba, ela é recheada até se tornar linguiça.
Os paus de virar tripa chegaram ao Brasil no fim do séc. 19, pelas mãos dos imigrantes alemães e italianos, que trouxeram de sua pátria o costume de comer alimentos embutidos. Nesse período, existiam apenas as tripas naturais, que eram retiradas do trato intestinal de suínos, bovinos e ovinos. Depois de extraídas, elas eram limpas em água corrente e viradas ao contrário com a ajuda de pedaços compridos de madeira - normalmente, galhos finos e compridos de marmeleiro.
- Texto extraído da revista "Aventuras na História" Ed. 63 Out/08
Os paus de virar tripa chegaram ao Brasil no fim do séc. 19, pelas mãos dos imigrantes alemães e italianos, que trouxeram de sua pátria o costume de comer alimentos embutidos. Nesse período, existiam apenas as tripas naturais, que eram retiradas do trato intestinal de suínos, bovinos e ovinos. Depois de extraídas, elas eram limpas em água corrente e viradas ao contrário com a ajuda de pedaços compridos de madeira - normalmente, galhos finos e compridos de marmeleiro.
- Texto extraído da revista "Aventuras na História" Ed. 63 Out/08
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
"DE MEIA-TIGELA"
Durante toda a monarquia portuguesa, as pessoas que prestavam serviços domésticos à corte obedeciam uma hierarquia. Competia a cada um - oficiais, camareiros, pajens e criados - obrigações maiores ou menores, conforme o foro aristocrático. Como era costume na época, os empregados se alimentavam no local de trabalho e a porção de alimento a que tinham direito era proporcional à função que exerciam , de acordo com o que figurava no Livro da Cozinha del Rei, prescita pelo "veador" (Veador, ou antes viador, do latim via, caminho ou estrada, era um antigo título honorífico em Portugal e no Brasil que se dava ao oficial-mor da casa real que servia junto à rainha ou a imperatriz no paço ou fora dele; camarista da rainha. Este título era destinado obrigatoriamente à cidadãos nobres ou que fossem provenientes de famílias nobres), supervisor do mordomo-mor. O tempo de serviço também contava na hora de distribuir a ração. Os recém chegados à corte, além de não terem direito a moradia, recebiam pouca comida, e isso era motivo de piada entre os funcionários que já moravam no Paço Real. Como estavam longe de ocupar posições importantes, os novatos eram chamados de "fidalgos de meia-tigela". A expressão atravessou alguns séculos e continua sendo usada para designar algo sem valor, mixuruca.
- Texto da revista "Aventuras na História" Ed. 20 Abr/2005
- Texto da revista "Aventuras na História" Ed. 20 Abr/2005
"VÁ PLANTAR BATATAS"
Alguém o atormentou o dia todo? mande a pessoa plantar batatas que ela o deixará em paz. Mas o que os pobres tubérculos tem a ver com isso?? A expressão de origem portuguesa, começou a ser usada no Séc. 15, época em que a navegação e a pesca do bacalhau ganharam força em Portugal. A agricultura , que fornecia os alimentos básicos, era vítima de um certo desdém, principalmente a batata, tida como um alimento vulgar - quem se dedicasse a plantá-la se sujeitava a uma atividade desqualificada.
Mais tarde, nos países que participaram da Revolução Industrial, ser operário dava mais status do que ser lavrador. Com a decadência das pequenas indústrias, trabalhadores qualificados, recém-desempregados, eram aconselhados a plantar batatas.
O tubérculo também é protagonista da expressão "é batata". Usado para designar algo simples de se fazer ou algo que certamente irá acontecer, o ditado surgiu como referência à facilidade em cultivar a batata nos mais diferentes locais.
- Texto extraído da Revista "Aventuras na História" Ed. 25 Set/2005
Mais tarde, nos países que participaram da Revolução Industrial, ser operário dava mais status do que ser lavrador. Com a decadência das pequenas indústrias, trabalhadores qualificados, recém-desempregados, eram aconselhados a plantar batatas.
O tubérculo também é protagonista da expressão "é batata". Usado para designar algo simples de se fazer ou algo que certamente irá acontecer, o ditado surgiu como referência à facilidade em cultivar a batata nos mais diferentes locais.
- Texto extraído da Revista "Aventuras na História" Ed. 25 Set/2005
PRETO E FORTE
O rei Gustavo III da Suécia, adorava a ciência na proporção em que odiava café. No final do século 18, decidido a provar que a bebida era um veneno, resolveu fazer um teste: um condenado tomaria uma botija de café todos os dia enquanto outro beberia chá. Durante anos, o médico real monitorou a saúde dos dois. O resultado, porém, teria surpreendido o rei, se ele tivesse tido a chance: Gustavo morreu em 1792. Meses depois, morreu o médico. Mais alguns anos e foi a vez do condenado a tomar chá. Por último, doze anos depois, morreu o bebedor de café.
BEBIDA QUE SALVA
A czarina Catarina II, no final do século 18, misturava vodka com chá e traçava junto com um omelete de caviar - tudo no desjejum. Um Século depois, a czarina Alexandra Feodorovna encaminhou 5 mil garrafas de cerveja doadas por um fornecedor inglês a um hospital russo; talvez venha daí a expressão "às vezes, beber pode ser o melhor remédio"
- texto extraído da rEvista "Aventuras na História" Ed. 78 Jan/2010
- texto extraído da rEvista "Aventuras na História" Ed. 78 Jan/2010
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